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Bernardo Andrade - FOTOGRAFIA 2010

10 de abril de 2012

Jacarés



Primeiras filmagens com a Canon 5D, a qualdidade está baixa e os tremeliques da falta de experiência estão presentes, mas o conteudo tinha de ser partilhado.

Nesta época do ano aqui na Caiman, Pantanal, os jacarés concentram-se na famosa ponte do paizinho, para uma refeição fácil. Os peixes que sobem o rio para chegar a um grande lago e desovar, tem que passar varios obestáculos. O último é uma pequena queda de água com uma barreira de jacarés de boca aberta. A ideia é saltar a barreira e nadar com tudo, contra a corrente. Uns conseguem, outros nem por isso.

 


E claro algumas fotografias





























1 de fevereiro de 2011

6 de dezembro de 2010

Pantanal, Brasil







 
 Tamanduá Bandeira (Myrmecophaga tridactyla)


 Seriema (Cariama cristata)


 (Galbula ruficauda)


 Pica-pau-do-campo (Colaptes campestris)



 Quero-quero (Vanellus chilensis)


Tatu peba (Euphractus sexcinctus) 

Caracará (Caracara plancus)








Arara azul (Anodorhynchus glaucus)




Tucanuço (Ramphastos toco)

Curicaca (Theristicus caudatus)
 




Primeira vez que vi uma onça pintada ou jaguar (Panthera onca). Surpresa quando num dos passeios que costumava fazer com Palé, fotografo brasileiro, e um dos guias de campo, o grande Nego, damos de caras com este gatinho a vir na nossa direcção. Poucos segundos depois desta fotografia decidimos, a conselho do nego, sair de trás da árvore onde estávamos para que ela se apercebesse da nossa presença. Achamos que seria perigoso ela passar a menos de 2 metros de distancia sem saber que estávamos ali, e de repente se assustar. No entanto o Palé, no fim do dia, perguntou-me o que teria feito se o Nego não estivesse connosco. Não soube responder. A foto dela mais perto seria bem melhor, mas e daí, acho que foi bom prevenir...


 Jacurutu (Bubo virginianus) 
Depois de muitas passagens pelo ninho desta fêmea de jacurutu, finalmente consigo uma foto dela em voo.


 Não é a toa que as corujas são o símbolo da sabedoria











Príncipe negro (Aratinga nenday)




 Bugio ou macaco-uivador


Esta fotografia faz-me suar. Infelizmente não aparece, mas à esquerda da foto, no seguimento do olhar deste jovem macho jaguar, está o fotografo Palê, em cima de uma pequena árvore. Isto porque disseram-nos que este macho atravessava esta pista de aterragem todos os dias de manhã para um lado, e depois a tarde para o outro. Foi assim que decidimos na último dia, passar a noite em redes, numa das casas de apoio à fazenda, que era colada à pista, para conseguirmos uma boa foto da onça pintada. Então palê nessa tarde sobe uma árvore para fazer uma espera, e eu fiquei do outro lado no chão. A onça aparece do lado do palê a poucos metros da árvore onde ele estava e começa a atravessar a pista. Mas uma foto do rabo de uma onça não é tão interessante então ele assobia para ela se virar, e ela virou mesmo. Começou a andar em direcção à árvore e, como se vê na fotografia, a abanar a cauda, o que em felinos não é bom sinal, ou seja, está curioso, nervoso... é então que palê abre os braços e com uma voz assustada começa a gritar "Ohhhh, Ohhhh". Resulta e a onça perde o interesse dá meia volta e segue o seu caminho. Entretanto eu que assisti a todo o episódio começo a voltar para a casa e vejo o peão da fazenda que lá morava, já com o seu revolver à cintura, para se aquilo corresse mal, a rir dos berros do Palê, e a dizer que ele parecia um bugio... Enfim, ele tirou altas chapas, eu consegui algumas a esta distancia e o peão fartou-se de rir.